08 abril 2013

SKY: Desrespeito ao consumidor em alta definição!

SKY: Desrespeito ao consumidor em alta definição!

A SKY me demonstrou que é uma empresa que não conhece limites no que se refere à falta de respeito com o cliente.
Há quase um mês, aceitei a oferta de um novo "combo" HD, de custo superior ao combo HD que eu assinava antes. No atendimento pelo telefone, minha conta foi imediatamente transferida para o novo pacote, que me possibilitou o acesso a um (1) novo canal em SD. O novo combo também previa a instalação de dois novos equipamentos, o que foi prontamente agendado.

Para minha surpresa, nenhum representante da Sky compareceu na data agendada. Após minha reclamação por telefone, foi agendada nova data. Neste segundo dia, para meu aborrecimento, novamente nenhum representante da Sky compareceu. Repeti o procedimento.
Sábado, pela terceira vez, para meu desgosto, nenhum representante da Sky veio até a minha residência. Pela terceira vez, passei uma manhã esperando, à toa, a visita do técnico. O detalhe é que às 14h20, em contato com a Sky por telefone, a atendente me pediu que eu aguardasse até as 18h, porque a OS estava aberta e o técnico viria. Não veio.

Nessas três semanas, ninguém da Sky entrou em contato comigo. Reclamei pelos canais de atendimento da empresa nas redes sociais e a resposta foi que meu caso estava sendo acompanhado por um “especialista” (em quê?) e que seria resolvido. Mentira. Ninguém acompanha nada. Se assim fosse, não teriam falhado novamente.

No atendimento por telefone, as atendentes são treinadas a colocar a culpa na assistência terceirizada. Como se isso ajudasse o cliente. Como se fosse o cliente que contratasse a terceirizada. Mesmo irritado, mantive a boa educação com as atendentes. Mas minha insistência nas perguntas sem respostas implicaram em duas ligações desligadas abruptamente, “na cara”. O treinamento da central da Sky por certo inclui a técnica de não deixar o cliente falar, mas não prepara o funcionário para a situação reversa ou para o cliente que faz as perguntas fora do manual.

Não há ninguém na Sky que faça um “segundo atendimento” (ou ouvidoria), para tentar resolver o problema do cliente, se tudo mais já deu errado. O problema só é empurrado para frente, até que um dia, quem sabe, a OS caia na mão de uma terceirizada que faça o serviço. Como se o problema não fosse da Sky.

A empresa é incapaz de assumir a culpa pelo péssimo serviço que prestou, pelos erros, pelos transtornos causados. É incapaz sequer de um simples pedido de desculpas. Que dirá então de uma justa e digna compensação ou reparação ao cliente.

E que não se diga que essas empresas de tv por assinatura são todas assim! Não! Já fui cliente da NET (virou Claro TV?), da Telefonica e da TVA (as duas últimas atuam agora com a marca Vivo). Sim, já tive problemas. Mas nunca me deparei com tamanha falta de vontade de resolver um problema. Que, por sinal, nem problema deveria ser, pois se trata de uma instalação básica, em imóvel onde já existe o sinal. Nunca vi tamanho descaso, nem imaginei que isso fosse possível.

Aos amigos, portanto, fica o alerta: Fujam!

10 setembro 2009

13 março 2009

Verbena




















Uma loja de cosméticos e aromaterapia, focada em produtos orgânicos.
Vale a pena conhecer.
Mais em:
http://verbenacosmeticos.blogspot.com/


fone: (11) 5041-4466

16 janeiro 2009

Repercussões sóbrias (2) - Mino Carta

Uma entrevista presidencial

Sou informado por amigos de uma entrevista do presidente Lula à revista Piauí, também divulgada em áudio, se bem entendi, pelo próprio Planalto. Conforme os relatos, não faltaram referências à CartaCapital e ao titular deste blog operado a partir de uma velha máquina de escrever Olivetti. Às perguntas de Soslaio, perdão, um certo senhor Conti, o presidente respondeu de forma largamente satisfatória, segundo meus informantes. Disse também que não lê a imprensa nativa para poupar seu fígado, e então ressalto a coincidência milimétrica: eu também não leio. Quanto a Soslaio, perdão Conti, ele é autor de poderosa obra intitulada O Deserto que Fala, perdão, Notícias do Planalto.


Do Blog do Mino:

http://www.blogdomino.com.br/blog/uma-entrevista-presidencial-334


Repercussões sóbrias (1) - Kotscho


Conti: a dura relação de Lula com a imprensa

Em mais uma tentativa de ver o por do sol no Barracuda, o bar do meu amigo Cotô na areia de Toque Toque Pequeno, já sem muita esperança com a cara feia do céu, levei para ler a última edição da revista Piauí.

Escrita por um dos melhores jornalistas que conheço, o Mario Sergio Conti, autor de “Notícias do Planalto” (Companhia das Letras), ex-diretor de redação da Veja e agora da Piauí, a matéria é pequena e vale a pena ser lida para entender um pouco desta dura e delicada relação do presidente Lula com a imprensa.

São só três páginas _ duas de texto, na verdade, porque numa só tem foto e título _, mas faz um bom resumo do assunto, que acompanho desde o surgimento de Lula como líder sindical lá no ABC paulista dos anos 1970, passando pelas campanhas presidenciais até os dois primeiros anos do governo dele, quando fui seu Secretário de Imprensa.

Esta sempre foi uma relação de amor e ódio, dependendo da posição do jornalista na hierarquia das redações, já que tudo o que ele e o PT representavam vinha na contra-mão do pensamento único dominante na cúpula da grande imprensa brasileira.

Lula tinha uma uma boa relação com o chamado baixo reportariado que acompanhou sua trajetória, mas levou tempo para ser aceito e pelo menos ouvido nos salões do poder da mídia, o que só aconteceu, após a criação do PT, durante a campanha de 1994 (com a honrosa exceção de Mino Carta, que sempre lhe deu espaço e atenção).

Na matéria de Conti, Lula repete o que já falou mil vezes: apesar de tudo, ele considera sua chegada à Presidência da República um “produto direto da liberdade de imprensa”. Faz tempo que ele deixou de dar a jornais e jornalistas a importância que eles próprios se dão. Costumava me dizer que não governa pautado pela imprensa e que não adiantava a gente se aborrecer com o que era publicado. “Esquece, isso aí já foi, é notícia velha”.

Lula revelou a Conti que nunca se preocupou muito com isso “porque eu acredito na inteligência de quem assina uma revista ou um jornal, de quem vê televisão e escuta rádio”, quetrendo dizer que o público não é burro e sabe separar o joio do trigo, informação de boa ou má-fé.

Além de tudo, nota que houve uma democratização das informações ao longo do seu governo, acabando com os antigos monopólios de formadores de opinião, graças ao desenvolvimento tecnológico _ em outras palavras, com o crescimento da internet.

“Hoje a informação é mais plural. Não tem mais a informação de tal revista ou de tal jornal. Quando o cidadão pega o jornal de manhã, ele já viu aquela notícia na televisão, na noite anterior, já ouviu no rádio, já leu em vários blogs. Há 300 blogs com comentários diferentes, blogs de gente importante. Está tudo na internet”, constatou na conversa com Conti.

Mas Lula disse também que não costuma ler nem esta nova mídia eletrônica nem a velha de papel porque tem problema de azia. De fato, quando se dispunha a pegar um jornal ou revista, como candidato ou presidente, Lula procurava logo o caderno de esportes, mais particularmente o noticiário sobre o Corínthians.

Mesmo assim, ele é um dos caras mais bem informados que conheço por um simples e bom motivo: conversa o tempo todo com todo tipo de gente e vai filtrando as informações que podem ser úteis para a sua tomada de decisões. Em vez de ler o que fulano disse na imprensa, chama o fulano e conversa diretamente com ele, quer dizer, não recebe informações de segunda mão, mas direto na fonte.

Até hoje ele me critica ao me ver lendo jornais ou o clipping da Radiobras, que faz um resumo das notícias do dia para as autoridades do governo, quando passo algum fim de semana com ele no Alvorada ou no Torto. “Fica aí perdendo teu tempo, se intoxicando… Vamos andar um pouco”, recomenda, e já vai me puxando pelo braço.

Quando Lula quer saber hoje o que os principais líderes mundiais fazem ou pensam fazer diante da crise econômica, por exemplo, não pede um relatório ao Itamaraty ou um resumo do New York Times ao Franklin Martins. Liga para eles.

Por falar nisso, sou obrigado a reconhecer que melhorou muito a relação de Lula com a imprensa depois que eu saí de lá e o meu velho amigo Franklin Martins assumiu o comando da comunicação do governo…


Enviado por: Ricardo Kotscho
do Balaio do Kotscho:
http://colunistas.ig.com.br/ricardokotscho/2009/01/07/conti-a-dura-relacao-de-lula-com-a-imprensa/